Desde muito cedo na vida procurei me especializar na área que eu sempre desejei trabalhar. Com apoio dos meus pais e avós, geração de professores, consegui me formar em três faculdades de renome internacional. Na empresa do meu pai, dava-me ao luxo de aguardar o crescimento do mais top funcionário, no intuito de lhe dá vantagem à fazer o que eu fazia, porém sempre em vão...
Repente:
Mas um dia chega em minha mesa um cara de chinelo que mal sabia se expressar, apontando erros minuciosos, os quais deixei passar. Parando e observando, o ensinei mais do que deveria ensinar, almejando o grande maldito rival que eu estava a cultivar. O mesmo a mim foi feito, mas eu não podia acreditar. Um idiota de chinelo a mim querendo se comparar.
Um idiota de chinelo, sem instrução a vagar, em um ambiente corporativo que em nada lhe tinha a combinar. Da mesma forma que eu o via, a mim era recíproco, o maldito rival agora, a mim tornou-se comparativo. Mas quem diria que o grande rival viria a ser quem era, de chinelo jogados às traças... ...com vestimentas de favela.
O ouro que tinha em meu berço e a história que eu não vi, enraizado agora em meu senso: O MALDITO GRANDE RIVAL QUE EU NÃO PRESUMI.



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